{"id":15877,"date":"2019-04-04T12:48:29","date_gmt":"2019-04-04T15:48:29","guid":{"rendered":"http:\/\/www.portalalerta.com.br\/?p=15877"},"modified":"2019-04-04T12:48:29","modified_gmt":"2019-04-04T15:48:29","slug":"onu-lanca-site-para-ajudar-refugiados-a-encontrar-emprego-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.portalalerta.com.br\/index.php\/2019\/04\/04\/onu-lanca-site-para-ajudar-refugiados-a-encontrar-emprego-no-brasil\/","title":{"rendered":"ONU lan\u00e7a site para ajudar refugiados a encontrar emprego no Brasil"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">O Pacto Global e a Ag\u00eancia da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Refugiados (Acnur) lan\u00e7aram nesta quarta-feira (3) sitecom o objetivo de facilitar a contrata\u00e7\u00e3o de refugiados que vivem no Brasil. O lan\u00e7amento ocorreu nesta manh\u00e3 (3) na capital paulista.<!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A plataforma \u00e9 voltada para as empresas, que podem buscar, no\u00a0site, orienta\u00e7\u00e3o sobre o processo de contrata\u00e7\u00e3o de refugiados. Caio Pereira, secret\u00e1rio executivo do Pacto Global, esclarece que o documento de pedido de ref\u00fagio \u00e9 suficiente para o registro de contrata\u00e7\u00e3o pelas empresas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-2902 alignleft\" src=\"http:\/\/www.portalalerta.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/elab-2.jpg\" alt=\"\" width=\"310\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/www.portalalerta.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/elab-2.jpg 310w, https:\/\/www.portalalerta.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/elab-2-226x146.jpg 226w, https:\/\/www.portalalerta.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/elab-2-50x32.jpg 50w, https:\/\/www.portalalerta.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/elab-2-116x75.jpg 116w\" sizes=\"(max-width: 310px) 100vw, 310px\" \/>\u201cNa plataforma, tem o passo a passo, os documentos. O que a gente v\u00ea, muitas vezes, \u00e9 que o principal desafio \u00e9 a falta de conhecimento para contratar. Muitas vezes, o\u00a0 setor de Recursos Humanos tem suas travas. Legalmente, a gente sabe que \u00e9 muito f\u00e1cil contratar\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ele defendeu que as empresas t\u00eam a responsabilidade de atuar ativamente na sociedade para a evolu\u00e7\u00e3o das causas sociais. \u201cAs empresas precisam refletir a diversidade da popula\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Mulheres<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo Adriana Carvalho, gerente de Princ\u00edpios de Empoderamento da Oraganiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU)\u00a0 mulheres, estudos apontam que as empresas com mais diversidade s\u00e3o mais lucrativas e vivem por mais tempo. \u201cTem muitas raz\u00f5es s\u00f3cio-econ\u00f4micas para a gente querer uma sociedade mais inclusiva\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os casos de mulheres refugiadas, na opini\u00e3o de Adriana, costumam ser mais complexos que dos homens, muitas delas chegam com seus filhos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O programa voltado a esse p\u00fablico feminino, Empoderando Refugiadas, beneficiou 130 mulheres da Col\u00f4mbia, S\u00edria, de Mo\u00e7ambique, da Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo e Venezuela. Na \u00faltima edi\u00e7\u00e3o, que come\u00e7ou em julho incluiu 50 participantes venezuelanas, s\u00edrias, angolanas e congolesas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Dados<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Paulo S\u00e9rgio Almeida, oficial da Acnur, avalia que o mundo registra, atualmente, o maior n\u00famero de refugiados desde a Segunda Guerra Mundial. \u201cPor ter tido uma opini\u00e3o pol\u00edtica, por causa de sua f\u00e9, por causa de sua ra\u00e7a. Deixam uma vida para tr\u00e1s e chegam em outro lugar novo para recome\u00e7ar.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No Brasil, a acolhida de venezuelanos foi o maior desafio enfrentado, pela necessidade de interioriza\u00e7\u00e3o. \u201cNum pa\u00eds continental como o Brasil, eles chegam na pontinha, no Norte. H\u00e1 uma reten\u00e7\u00e3o, as pessoas ficam l\u00e1 sem oportunidades. Elas querem contribuir, mas n\u00e3o conseguem se deslocar pelo alto custo\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com o Comit\u00ea Nacional para Refugiados do Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a, at\u00e9 o final de 2018 o Brasil reconheceu 10.522 refugiados vindos de 105 pa\u00edses, como S\u00edria, Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo, Col\u00f4mbia, Palestina e\u00a0 o Paquist\u00e3o. Desse total, pouco mais de 5 mil tem registro ativo no pa\u00eds, sendo que 52% moram em S\u00e3o Paulo, 17% no Rio de Janeiro e 8% no Paran\u00e1. A popula\u00e7\u00e3o s\u00edria representa 35% dos refugiados com registro ativo no Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Fonte: Agencia Brasil<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Pacto Global e a Ag\u00eancia da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Refugiados (Acnur) lan\u00e7aram nesta quarta-feira (3) sitecom o objetivo de facilitar a contrata\u00e7\u00e3o de refugiados que vivem no Brasil. 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