{"id":3226,"date":"2017-12-23T15:29:57","date_gmt":"2017-12-23T17:29:57","guid":{"rendered":"http:\/\/www.portalalerta.com.br\/?p=3226"},"modified":"2017-12-23T15:29:57","modified_gmt":"2017-12-23T17:29:57","slug":"ibge-novo-triunfo-ba-e-a-cidade-mais-pobre-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.portalalerta.com.br\/index.php\/2017\/12\/23\/ibge-novo-triunfo-ba-e-a-cidade-mais-pobre-do-brasil\/","title":{"rendered":"IBGE &#8211; Novo Triunfo-BA \u00e9 a cidade mais pobre do Brasil"},"content":{"rendered":"<div class=\"itemIntroText\" style=\"text-align: justify;\">\n<p>Ficou na Bahia, mais especificamente no Nordeste do estado, o t\u00edtulo de cidade mais pobre do Brasil. A \u2018conquista\u2019 \u00e9 de um munic\u00edpio que, ironicamente, se chama Novo Triunfo. De acordo com a pesquisa Produto Interno Bruto dos Munic\u00edpios 2015, divulgada nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), a cidade do semi\u00e1rido baiano gerou apenas R$ 3.369,79 de riqueza por habitante. Para efeito de compara\u00e7\u00e3o, o PIB per capita brasileiro (ou seja, a m\u00e9dia nacional) naquele ano foi de R$ 29,3 mil.<\/p>\n<\/div>\n<p><!--more--><\/p>\n<div class=\"itemFullText\" style=\"text-align: justify;\">\n<p>O primeiro colocado \u00e9 o munic\u00edpio de Presidente Kennedy, no Esp\u00edrito Santo, que registrou, em 2015, R$ 513.134,20 de riqueza por morador. Em segundo lugar, aparece Paul\u00ednia, em S\u00e3o Paulo, com R$ 276,9 mil.<\/p>\n<p>&#8220;O munic\u00edpio Novo Triunfo (BA) com R$ 3.369,79 apresentou o menor PIB per capita em 2015. Observa-se que nesse munic\u00edpio a Administra\u00e7\u00e3o, defesa, educa\u00e7\u00e3o e sa\u00fade p\u00fablicas e seguridade social participava com 65,7% do valor adicionado bruto total&#8221;, destaca a pesquisa, ao justificar a posi\u00e7\u00e3o (5.570\u00aa) ocupada pela cidade baiana, que se emancipou em 1989.<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignleft\" src=\"http:\/\/pombalalerta.com.br\/images\/elab.jpg\" alt=\"\" width=\"310\" height=\"200\" border=\"0\" \/>O munic\u00edpio baiano mais bem colocado no ranking \u00e9 S\u00e3o Francisco do Conde, no Rec\u00f4ncavo, que ocupa agora o 8\u00ba lugar. Ela tem em comum, com boa parte dos munic\u00edpios que est\u00e1 no topo da lista, uma baixa densidade demogr\u00e1fica e a presen\u00e7a de uma ind\u00fastria de petr\u00f3leo ou refino.<\/p>\n<p>\u201cOs munic\u00edpios Presidente Kennedy (ES), S\u00e3o Jo\u00e3o da Barra (RJ) e Ilhabela (SP) eram produtores de petr\u00f3leo e Paul\u00ednia (SP) e S\u00e3o Francisco do Conde (BA) tinham ind\u00fastria do refino. Louveira (SP) concentrava centros de distribui\u00e7\u00e3o de grandes empresas e Triunfo (RS) era sede de polo petroqu\u00edmico. J\u00e1 Selv\u00edria (MS) e Arapor\u00e3 (MG) possu\u00edam hidroel\u00e9trica, enquanto Gavi\u00e3o Peixoto (SP) tinha ind\u00fastria de outros equipamentos de transporte. Em comum esses munic\u00edpios possu\u00edam baixa densidade demogr\u00e1fica, juntos somavam 1,3% do PIB brasileiro e apenas 0,1% da popula\u00e7\u00e3o&#8221;, aponta o levantamento.<\/p>\n<p>Ao CORREIO, o coordenador de Contas Regionais e Finan\u00e7as P\u00fablicas da SEI, Jo\u00e3o Paulo Caetano Santos, comentou a queda no ranking de S\u00e3o Francisco do Conde, que j\u00e1 chegou a liderar em PIB per capita no pa\u00eds: \u201cDe 2011 a 2014, S\u00e3o Francisco do Conde foi muito afetado pela queda do pre\u00e7o do petr\u00f3leo. Ele voltou a se destacar por causa pelo refino, que teve pre\u00e7o favor\u00e1vel em 2015. Basicamente todo PIB da cidade gira em torno disso e por isso ela voltou a configurar entre os maiores do Brasil\u201d.<\/p>\n<p>Em 2015, 3.170 munic\u00edpios (56,9% do total) tinham como principal atividade econ\u00f4mica, a exemplo de Novo Triunfo, a administra\u00e7\u00e3o, defesa, educa\u00e7\u00e3o e sa\u00fade p\u00fablicas e seguridade social. Excluindo o servi\u00e7o p\u00fablico, em 3.129 munic\u00edpios (56,2% dos munic\u00edpios do pa\u00eds) a agropecu\u00e1ria era a principal atividade econ\u00f4mica.<\/p>\n<p>\u201cS\u00e3o munic\u00edpios pequenos, com pouca produ\u00e7\u00e3o e com uma popula\u00e7\u00e3o muito maior que o PIB dele. Eles n\u00e3o geram riqueza e renda, s\u00e3o muito dependentes da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica. Em muitos deles, a renda dispon\u00edvel \u00e9 proveniente dos aposentados e de programas de prote\u00e7\u00e3o social\u201d, avaliou Frederico Cunha, gerente das contas regionais do IBGE.<\/p>\n<p><strong>Confira os rankings da Bahia e do Brasil na pesquisa do IBGE.<\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"http:\/\/pombalalerta.com.br\/images\/pib1.jpg\" border=\"0\" \/><strong>Bahia tem sete destaques agr\u00edcolas<\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignleft\" src=\"http:\/\/pombalalerta.com.br\/images\/pib2.jpg\" alt=\"\" width=\"180\" height=\"400\" border=\"0\" \/>Os produtores de gr\u00e3os do Oeste da Bahia ajudaram o estado a colocar sete munic\u00edpios do estado entre os 100 maiores economias agr\u00edcolas do Brasil. E com destaque. S\u00e3o Desid\u00e9rio, em primeiro, e Formosa do Rio Preto, em segundo lugar, lideram um ranking que tem ainda Barreiras, em 11\u00ba, Correntina, em 17\u00ba, Lu\u00eds Eduardo Magalh\u00e3es, em 20\u00ba, Riach\u00e3o das Neves, em 44\u00ba, e Rio Real em 65\u00ba.<\/p>\n<p>\u201cUm destaque muito positivo \u00e9 a regi\u00e3o oeste, no setor agropecu\u00e1rio, com a produ\u00e7\u00e3o de soja e algod\u00e3o, e de milho, com menor notoriedade\u201d, ressalta Jo\u00e3o Paulo Caetano Santos, coordenador de Contas Regionais e Finan\u00e7as P\u00fablicas da SEI. \u201cO munic\u00edpio de S\u00e3o Desid\u00e9rio h\u00e1 alguns anos vem oscilando entre primeiro e segundo. Este ano ficou em primeiro\u201d, diz, acrescentando: \u201cO importante \u00e9 que em termos de produ\u00e7\u00e3o ele tamb\u00e9m se destaca em PIB per capita, o que significa que o resultado da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola se reverte para a popula\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>\u201cEm 2015, o setor agr\u00edcola foi o destaque na Bahia. Foi o \u00fanico que cresceu, e ele representa s\u00f3 cerca de 9% do PIB estadual, enquanto outras atividades representam muito mais\u201d, analisa o coordenador da SEI.<\/p>\n<p><em>Fonte: Correio<\/em><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ficou na Bahia, mais especificamente no Nordeste do estado, o t\u00edtulo de cidade mais pobre do Brasil. A \u2018conquista\u2019 \u00e9 de um munic\u00edpio que, ironicamente, se chama Novo Triunfo. 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