{"id":32962,"date":"2021-02-16T07:00:00","date_gmt":"2021-02-16T10:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.portalalerta.com.br\/?p=32962"},"modified":"2021-02-15T21:39:47","modified_gmt":"2021-02-16T00:39:47","slug":"segundo-investigacao-ronnie-lessa-e-filha-traficavam-armas-desde-2014-pecas-vinham-dos-eua-da-china-e-da-n-zelandia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.portalalerta.com.br\/index.php\/2021\/02\/16\/segundo-investigacao-ronnie-lessa-e-filha-traficavam-armas-desde-2014-pecas-vinham-dos-eua-da-china-e-da-n-zelandia\/","title":{"rendered":"Segundo investiga\u00e7\u00e3o, Ronnie Lessa e filha traficavam armas desde 2014: pe\u00e7as vinham dos EUA, da China e da N. Zel\u00e2ndia"},"content":{"rendered":"\n<p>Uma investiga\u00e7\u00e3o da Desarme (Delegacia Especializada em Armas, Muni\u00e7\u00f5es e Explosivos) concluiu que Ronnie Lessa, com ajuda da filha, Mohana Lessa, traficava armas dos Estados Unidos para o Brasil desde 2014. O sargento reformado da Pol\u00edcia Militar do Rio de Janeiro \u00e9 acusado da execu\u00e7\u00e3o da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ao lado do ex-PM \u00c9lcio Queiroz. As mortes dos dois completar\u00e3o tr\u00eas anos no dia 14 de mar\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p>De acordo com os investigadores, pe\u00e7as e acess\u00f3rios eram adquiridos em sites de venda de armas e em pa\u00edses como China, Nova Zel\u00e2ndia e Estados Unidos. De l\u00e1, eram mandados para o Rio de Janeiro.<\/p>\n\n\n\n<p>A investiga\u00e7\u00e3o sobre o envolvimento de Lessa e da filha no tr\u00e1fico internacional de armas \u00e9 um desdobramento do inqu\u00e9rito sobre as mortes de Marielle e Anderson. Em mar\u00e7o de 2019, no dia da pris\u00e3o de Lessa, a pol\u00edcia encontrou na casa do militar 117 fuzis incompletos. Com a apreens\u00e3o de telefones celulares naquele dia, a Delegacia de Homic\u00eddios da Capital (DH) e o MP-RJ come\u00e7aram, no \u00e2mbito do Caso Marielle, a analisar conversas e arquivos. O arsenal encontrado na casa de Lessa, segundo as investiga\u00e7\u00f5es, seria montado e vendido a criminosos.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"720\" height=\"181\" src=\"https:\/\/www.portalalerta.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/Auto-Escola-Nobre.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4869\" srcset=\"https:\/\/www.portalalerta.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/Auto-Escola-Nobre.jpg 720w, https:\/\/www.portalalerta.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/Auto-Escola-Nobre-260x65.jpg 260w, https:\/\/www.portalalerta.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/Auto-Escola-Nobre-50x13.jpg 50w, https:\/\/www.portalalerta.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/Auto-Escola-Nobre-150x38.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 720px) 100vw, 720px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>O procurador da Rep\u00fablica Renato Silva Oliveira pediu \u00e0 Pol\u00edcia Federal a abertura de um inqu\u00e9rito para investigar Ronnie Lessa por tr\u00e1fico internacional de armas. A investiga\u00e7\u00e3o come\u00e7a quase nove meses depois da decis\u00e3o do Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) em negar o pedido de federaliza\u00e7\u00e3o do inqu\u00e9rito do Caso Marielle, hoje a cargo do Minist\u00e9rio P\u00fablico do Estado do Rio (MP-RJ) e da Pol\u00edcia Civil fluminense.<\/p>\n\n\n\n<p>A remessa do inqu\u00e9rito para a \u00e1rea federal ocorre no momento em que o MPF cria no Rio um Grupo de Apoio Especializado no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) federal, para auxiliar os procuradores da Rep\u00fablica em investiga\u00e7\u00f5es complexas. Se o procurador respons\u00e1vel, Renato Silva Oliveira, entender necess\u00e1rio, poder\u00e1 pedir o aux\u00edlio do novo Gaeco, que ser\u00e1 coordenado pelo procurador da Rep\u00fablica Eduardo El Hage, o mesmo que comandou a for\u00e7a-tarefa da Lava Jato fluminense.<\/p>\n\n\n\n<p>Inicialmente, esse desdobramento do Caso Marielle foi conduzido pela Desarme da Pol\u00edcia Civil. Ao receber o inqu\u00e9rito relatado, com o indiciamento de Lessa e Mohana, o Gaeco do MP-RJ entendeu que o caso era compet\u00eancia do MPF, j\u00e1 que se tratava de crime federal de tr\u00e1fico internacional.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cMetal parts\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Nos di\u00e1logos no WhatsApp entre Lessa e a filha, a pol\u00edcia encontrou uma orienta\u00e7\u00e3o de Lessa \u00e0 filha. \u201cEscreve \u2018metal parts\u2019 (pe\u00e7as de metal)\u201d. A pol\u00edcia acredita que essa descri\u00e7\u00e3o, sobre o que estava sendo mandado para o Brasil, era uma forma de burlar a fiscaliza\u00e7\u00e3o. Outra orienta\u00e7\u00e3o \u00e0 jovem era colocar o material em embalagens menores, retirando-as dos pacotes originais, para n\u00e3o chamar aten\u00e7\u00e3o do setor alfandeg\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Os di\u00e1logos ocorreram entre junho e setembro de 2018 e foram extra\u00eddos de um dos celulares de Lessa. Nas mensagens, ele n\u00e3o disfar\u00e7ava a pressa que tinha pela chegada das pe\u00e7as. Num di\u00e1logo do dia 5 de junho de 2018, Mohana pergunta ao pai o que ele prefere, DHL ou Fedex. O PM responde: \u201cDHL, \u00e9 mais r\u00e1pida sempre\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Procurada, a defesa de Ronnie Lessa afirma desconhecer a informa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Fonte: Yahoo Not\u00edcias<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma investiga\u00e7\u00e3o da Desarme (Delegacia Especializada em Armas, Muni\u00e7\u00f5es e Explosivos) concluiu que Ronnie Lessa, com ajuda da filha, Mohana Lessa, traficava armas dos Estados Unidos para o Brasil desde 2014. 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