{"id":41369,"date":"2022-03-05T12:36:15","date_gmt":"2022-03-05T15:36:15","guid":{"rendered":"https:\/\/www.portalalerta.com.br\/?p=41369"},"modified":"2022-03-05T12:36:16","modified_gmt":"2022-03-05T15:36:16","slug":"brasil-sai-da-recessao-tecnica-no-4o-trimestre-e-pib-cresce-46-em-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.portalalerta.com.br\/index.php\/2022\/03\/05\/brasil-sai-da-recessao-tecnica-no-4o-trimestre-e-pib-cresce-46-em-2021\/","title":{"rendered":"Brasil sai da recess\u00e3o t\u00e9cnica no 4\u00ba trimestre e PIB cresce 4,6% em 2021"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>No 4\u00ba trimestre, economia avan\u00e7ou 0,5% em rela\u00e7\u00e3o aos 3 meses anteriores, ap\u00f3s retra\u00e7\u00f5es de 0,3% no 2\u00ba trimestre e de 0,1% no 3\u00ba trimestre. PIB supera perdas de 2020 com a pandemia, mas ainda est\u00e1 2,8% abaixo da melhor marca hist\u00f3rica, alcan\u00e7ada em 2014.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p>O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil\u00a0cresceu 4,6% em 2021 e o pa\u00eds saiu da recess\u00e3o t\u00e9cnica no 4\u00ba trimestre, segundo divulgou nesta sexta-feira (4) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). Em valores correntes, o PIB\u00a0chegou a R$ 8,7 trilh\u00f5es\u00a0no ano passado.<\/p>\n\n\n\n<p>O resultado ficou\u00a0em linha com o esperado\u00a0pelo mercado e vem ap\u00f3s o\u00a0tombo hist\u00f3rico de 3,9% com a pandemia em 2020.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>&#8220;Esse avan\u00e7o recuperou as perdas de 2020, quando a economia brasileira encolheu 3,9% devido \u00e0 pandemia&#8221;<\/em><\/strong>, destacou o IBGE. Apesar de ter encerrado o ano passado 0,5% acima do patamar pr\u00e9-pandemia (4\u00ba trimestre de 2019), o PIB ainda est\u00e1 2,8% abaixo do ponto mais alto da atividade econ\u00f4mica na s\u00e9rie hist\u00f3rica, alcan\u00e7ado no primeiro trimestre de 2014.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 o\u00a0PIB per capita alcan\u00e7ou R$ 40.688,1 em 2021, um avan\u00e7o real de 3,9% ante o ano anterior, mas ainda\u00a0sem recuperar o padr\u00e3o pr\u00e9-pandemia.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1008\" height=\"873\" src=\"https:\/\/www.portalalerta.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/PIB-Brasil-2021.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-41370\" srcset=\"https:\/\/www.portalalerta.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/PIB-Brasil-2021.jpg 1008w, https:\/\/www.portalalerta.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/PIB-Brasil-2021-277x240.jpg 277w, https:\/\/www.portalalerta.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/PIB-Brasil-2021-768x665.jpg 768w, https:\/\/www.portalalerta.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/PIB-Brasil-2021-169x146.jpg 169w, https:\/\/www.portalalerta.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/PIB-Brasil-2021-50x43.jpg 50w, https:\/\/www.portalalerta.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/PIB-Brasil-2021-87x75.jpg 87w\" sizes=\"(max-width: 1008px) 100vw, 1008px\" \/><figcaption>Evolu\u00e7\u00e3o do PIB ano ano desde 2010 \u2014 Foto: Arte g1<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O PIB \u00e9 a soma de todos os bens e servi\u00e7os produzidos no pa\u00eds e serve para medir a evolu\u00e7\u00e3o da economia. O crescimento da economia brasileira em 2021 foi puxado principalmente pela recupera\u00e7\u00e3o do setor de servi\u00e7os, em meio ao avan\u00e7o da vacina\u00e7\u00e3o e flexibiliza\u00e7\u00e3o das medidas de restri\u00e7\u00e3o para conter a propaga\u00e7\u00e3o do coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n<p>O&nbsp;crescimento de 4,6% em 2021 foi a maior taxa desde 2010,&nbsp;quando houve expans\u00e3o de 7,5%.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>&#8220;No ano em que a pandemia mais afetou a atividade econ\u00f4mica, o PIB caiu 3,9%. E, no ano passado, a economia se recuperou e superou as quedas&#8221;<\/em><\/strong>, afirmou a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, destacando que em 2020 foi registrada a maior queda desde o in\u00edcio da s\u00e9rie hist\u00f3rica atual do IBGE, iniciada em 1996.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Principais destaques do PIB em 2021:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignright size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.portalalerta.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/ELAB.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-34795\" width=\"331\" height=\"264\" srcset=\"https:\/\/www.portalalerta.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/ELAB.jpg 1000w, https:\/\/www.portalalerta.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/ELAB-300x240.jpg 300w, https:\/\/www.portalalerta.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/ELAB-768x614.jpg 768w, https:\/\/www.portalalerta.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/ELAB-183x146.jpg 183w, https:\/\/www.portalalerta.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/ELAB-50x40.jpg 50w, https:\/\/www.portalalerta.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/ELAB-94x75.jpg 94w\" sizes=\"(max-width: 331px) 100vw, 331px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Servi\u00e7os: 4,7%<\/li><li>Ind\u00fastria: 4,5%<\/li><li>Agropecu\u00e1ria: -0,2%<\/li><li>Consumo das fam\u00edlias: 3,6%<\/li><li>Consumo do governo: 2%<\/li><li>Investimentos: 17,2%<\/li><li>Exporta\u00e7\u00e3o: 5,8%<\/li><li>Importa\u00e7\u00e3o: 12,4%<\/li><li>Constru\u00e7\u00e3o civil: 9,7%<\/li><li>Com\u00e9rcio: 5,5%<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>O que puxou a alta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O crescimento de 4,6% da economia em 2021 foi&nbsp;puxado pelas altas nos servi\u00e7os (4,7%) e na ind\u00fastria (4,5%), que juntos representam 90% do PIB do pa\u00eds. Por outro lado, a agropecu\u00e1ria teve queda de 0,2%.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>\u201cA \u00fanica atividade que apresentou queda foi a agropecu\u00e1ria. \u00c9 uma atividade que a gente falava que n\u00e3o sofria os efeitos da pandemia, e at\u00e9 cresceu em 2020, mas no ano passado tivemos v\u00e1rios problemas clim\u00e1ticos, como a estiagem, al\u00e9m do embargo da China prejudicando principalmente os bovinos&#8221;<\/em><\/strong>, destacou a pesquisadora.<\/p>\n\n\n\n<p>Do lado da demanda, o&nbsp;consumo das fam\u00edlias \u2013 motor do PIB brasileiro h\u00e1 anos \u2013 avan\u00e7ou 3,6%&nbsp;e o do governo subiu 2%. J\u00e1 os investimentos (Forma\u00e7\u00e3o Bruta de Capital Fixo) avan\u00e7aram 17,2%, foram puxados pelos segmentos de m\u00e1quinas e equipamentos e constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>\u201cTemos todos os servi\u00e7os presenciais com crescimento, mas n\u00e3o voltaram ainda ao patamar pr\u00e9-pandemia. As pessoas n\u00e3o voltaram totalmente a consumir os servi\u00e7os presenciais no n\u00edvel pr\u00e9-pandemia. Isso tamb\u00e9m afeta para baixo o consumo das fam\u00edlias&#8221;,<\/em><\/strong> destacou Palis.<\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;taxa de investimento&nbsp;no ano de 2021 foi de 19,2% do PIB, acima dos 16,6% registrados em 2020, mas ainda longe do pico de 2013, quando chegou a superar 21%. A&nbsp;taxa de poupan\u00e7a&nbsp;foi de 17,4% ante 14,7% em 2020.<\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;balan\u00e7a de bens e servi\u00e7os&nbsp;registrou alta de 12,4% nas importa\u00e7\u00f5es e de 5,8% nas exporta\u00e7\u00f5es,&nbsp;com o pa\u00eds importando mais do que exportou, o que gerou esse d\u00e9ficit na balan\u00e7a de bens e servi\u00e7os. O setor externo teve um impacto negativo de 1% no resultado do PIB.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pa\u00eds sai da recess\u00e3o t\u00e9cnica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>No 4\u00ba trimestre, o&nbsp;avan\u00e7o foi de 0,5% em rela\u00e7\u00e3o aos 3 meses anteriores, ap\u00f3s ter registrado quedas de 0,3% no 2\u00ba trimestre e de 0,1% no 3\u00ba trimestre. Ao voltar a crescer na reta final do ano, a economia saiu da recess\u00e3o t\u00e9cnica, caracterizada por dois trimestres seguidos de retra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O avan\u00e7o registrado nos 3 \u00faltimos meses do ano veio acima do esperado. A expectativa em pesquisa da Reuters era de crescimento de 0,1%.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>\u201cA agropecu\u00e1ria cresceu 5,8%, mas o fator determinante para o crescimento do PIB no quarto trimestre foram os servi\u00e7os (0,5%), que t\u00eam peso maior na economia&#8221;<\/em><\/strong>, explicou a coordenadora de pesquisa. J\u00e1 a ind\u00fastria recuou 1,2%. frente ao 3\u00ba trimestre.<\/p>\n\n\n\n<p>Pela \u00f3tica da despesa, o consumo das Fam\u00edlias cresceu 0,7% e a despesa do governo, 0,8%. J\u00e1 os investimentos tiveram alta de 0,4%. As exporta\u00e7\u00f5es de bens e servi\u00e7os ca\u00edram 2,4%, enquanto as Importa\u00e7\u00f5es de bens e servi\u00e7os avan\u00e7aram 0,5% em rela\u00e7\u00e3o ao terceiro trimestre de 2021.<\/p>\n\n\n\n<p>Frente ao 4\u00ba trimestre de 2020, o PIB avan\u00e7ou 1,6%, a quarta alta seguida, ap\u00f3s quatro trimestres no campo negativo nesta compara\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Recupera\u00e7\u00e3o desigual e incompleta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Apesar do crescimento do PIB no ano passado, a retomada da economia brasileira ainda se mostrou desigual e incompleta, com\u00a0apenas parte dos segmentos da retomando o patamar pr\u00e9-pandemia\u00a0\u2013 aquele de fevereiro de 2020, quando foram lan\u00e7adas no pa\u00eds as primeiras medidas de restri\u00e7\u00e3o para conter o avan\u00e7o da Covid-19.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o IBGE, o patamar de consumo das fam\u00edlias no final de 2021 ainda ficou 1,3% abaixo do padr\u00e3o pr\u00e9-pandemia e o consumo do governo, 0,7% abaixo. Por outro lado, os investimentos ficaram 16,9% acima do n\u00edvel do 4\u00ba trimestre de 2019.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>\u201cHouve uma recupera\u00e7\u00e3o da ocupa\u00e7\u00e3o em 2021, mas a infla\u00e7\u00e3o alta afetou muito a capacidade de consumo das fam\u00edlias. Os juros come\u00e7aram a subir. Tivemos tamb\u00e9m os programas assistenciais do governo. Ou seja, fatores positivos e negativos impactaram o resultado do consumo das fam\u00edlias no ano passado\u201d<\/em><\/strong>, destacou a coordenadora da pesquisa do IBGE.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre os setores que ainda patinam, sem ter conseguido retomar o n\u00edvel de receita de antes da pandemia, est\u00e3o as atividades de de servi\u00e7os car\u00e1ter mais presencial, que dependem da maior circula\u00e7\u00e3o de pessoas, como lazer e turismo, e segmentos da ind\u00fastria afetados pela desarticula\u00e7\u00e3o das cadeias produtivas durante a pandemia e pela falta de insumos.<\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo com a supera\u00e7\u00e3o das perdas de 2020, os&nbsp;analistas alertam que para o ano o cen\u00e1rio \u00e9 de estagfla\u00e7\u00e3o. Ou seja, crescimento perto do zero e infla\u00e7\u00e3o ainda elevada, com a alta da taxa de juros e as incertezas relacionadas \u00e0 elei\u00e7\u00e3o presidencial e \u00e0 guerra na Ucr\u00e2nia colocando riscos adicionais de freios para o PIB.<\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo com a queda do desemprego nos \u00faltimos meses, a Selic e infla\u00e7\u00e3o persistente t\u00eam tirado o poder de compra e de consumo das fam\u00edlias. Ainda s\u00e3o 12 milh\u00f5es de desempregados no pa\u00eds, o\u00a0rendimento m\u00e9dio do trabalhador atingiu no final do ano a m\u00ednima hist\u00f3rica\u00a0e\u00a0inadimpl\u00eancia chegou no maior patamar em 12 anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Os economistas do mercado financeiro\u00a0projetam atualmente um avan\u00e7o de apenas 0,30% do PIB\u00a0em 2022, bem abaixo da m\u00e9dia global, e infla\u00e7\u00e3o de 5,60%. Para 2023, o mercado trabalha com a expectativa de alta do PIB em 1,50%.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Fonte: G1<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No 4\u00ba trimestre, economia avan\u00e7ou 0,5% em rela\u00e7\u00e3o aos 3 meses anteriores, ap\u00f3s retra\u00e7\u00f5es de 0,3% no 2\u00ba trimestre e de 0,1% no 3\u00ba trimestre. 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