Amado Batista é incluído em ‘lista suja’ do trabalho análogo à escravidão

Documento aponta que cantor foi autuado por manter trabalhadores em situação análoga à escravidão em duas fazendas

O cantor Amado Batista foi incluído na nova ‘lista suja’ do trabalho análogo à escravidão, divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego nesta terça-feira (7). O artista está no documento público onde estão empregadores flagrados submetendo trabalhadores a condições análogas à escravidão. 

Além dele, foram adicionados outros 168 empregadores na lista, o que representa um aumento de 6,28% em relação à última lista. Do total, 102 são pessoas físicas e outras 67 são pessoas jurídicas. 

Amado Batista aparece duas vezes na lista, por duas autuações do MTE diferentes. No caso do cantor, uma envolve o Sítio Esperança, na Zona Rural de Goianápolis, em Goiás, onde 10 trabalhadores estão envolvidos na autuação. E a segunda no Sítio Recanto da Mata, na mesma cidade, onde quatro trabalhadores estão envolvidos. 

Os dois casos ocorreram em 2024, a decisão administrativa de procedência em 2025 e os 14 trabalhadores de Amado Batista foram incluídos no cadastro de empregados meses depois, na segunda-feira (6). Nestas duas fazendas, Amado Batista trabalha com o agronegócio, com milhares de hectares. Além da pecuária de corte, o cantor também investe na produção leiteira, o que o faz um grande produtor rural. 

Fonte: Band

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